APOIO/PATROCÍNIOS

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quinta-feira, 14 de junho de 2007

A luta de Sian Welch e Wendy Ingraham no Ironman do Havai em 1997

Mais um surpreendente video, onde se pode ver perfeitamente, o que é levar o corpo ao limite - isto é Ironman. Sian Welch e Wendy Ingraham, no Ironman do Havai de 1997 debatem-se numa luta, sem quaisquer recursos energéticos e com uma catálise muscular altamente adiantada. Regressam a um estado de infância onde mais parecem aprender a andar.
Interessa chegar ao fim/ganhar, nem que para isso tenha de ser de gatas.

3 comentários:

bombeiro disse...

carissimos:

perante tal atitude de grandeza,só me oferece dizer uma coisa sobre esta mulher,simplesmente UNICA...



Nota:o blog esta extremamente bem construido e projectado,continua Nuno a dar vida a uma ambiçao tua...

Anónimo disse...

Qual é o sentido de colocar o corpo nestes limites? Estas manifestações de bravura -- porque existem indubitavelmente -- estão ao serviço de quê?: da saúde, do bem-estar? Não me parece. Da mesma forma que muitos acreditam em Deus, outros acreditam na glória; é claro que alguns acumulam credos... esses prestam-se a este tipo de situações e alimentam o fetishismo de milhões que deliram da mesma forma ao sabor de acidentes, actividades circenses ou focas malabaristas.

Chuva Vasco disse...

Caríssimo anónimo,

podemos encontrar a glória no desporto em dois tipos de situações. Primeiro, naqueles que lutam por um lugar no pódio e segundo, naqueles que não tendo por objectivo ganhar, ambicionam o prazer de acabar. No primeiro caso, o objectivo cimeiro ultrapassa em muito o prazer, pois não acredito que alguém goze o facto de perder um metro de intestino (por exemplo) como aconteceu com Chris Legh; no segundo caso, apenas interessa acabar (eventualmente melhorar a sua marca pessoal) e tirar o melhor partido de tudo quanto a prova oferece. Só para ter uma ideia, um atleta que se submete a uma destas provas terá de dispender algum dinheiro, o que em alguns casos isso corresponde a várias centenas de contos (falando em moeda antiga). No fundo é pagar para sofrer, mas trata-se de um sofrimento particular e que não tem por intenção passar para qualquer outra pessoa.
A vertente Ironman, não tem qualquer relação com os abusos masoquistas que os humanos fazem proliferar em muitos animais. Ninguém obriga o atleta a cumprir tão difícil tarefa, esta é uma vontade própria, que obviamente se transforma numa forma mediática, mas para isso com muito pouco contribui o atleta. A manipulação comunicacional da informação é a maior responsável por esse tipo de situações.
Não tenho dúvidas, que um atleta verá qualquer uma destas notícias aqui expostas de uma forma totalemente diferente de qualquer outra pessoa.

Cumprimentos

Nuno Vasco